Dia 7 de Maio - Dia mundial do Oftalmologista
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Na maior parte dos casos as mutações ocorrem em células somáticas, que estão na origem das mutações somáticas (ocorre durante a replicação do ADN que precede uma divisão meiótica e afectam todas as células do organismo transmitindo apenas aos seus descendentes) ou então nas células germinativas que estão a origem das mutações germinativas (também ocorre durante a replicação do ADN que precede uma divisão meiótica e afectam a formação de gâmetas, podendo ser transmitidas a descendência caso o gâmeta afectado actue na fecundação).
Geralmente é um acumular de mutações que desencadeia o desenvolvimento de um cancro.
Mutação cromossómica estrutural – Verifica-se a manutenção do número de cromossomas levando a alterações no número de genes ou alterações no arranjo dos cromossomas. O tipo de processos que levam a estas mutações estruturais é:
Deleção - Perda de material cromossómico, originando falta de genes no centro ou na extremidade do cromossoma.
Duplicação-adição de um segmento cromossómico resultante do cromossoma homólogo. Desta forma um conjunto de genes surge em duplicado.

Inversão- é a inversão da ordem dos genes resultante da soldadura em posição invertida de um segmento cromossómico.
Mutações cromossómicas numéricas – provocam alterações no cariótipo, ou seja no número de cromossomas. Normalmente os organismos
são haplóides (possuem n cromossomas) ou são diplóides (possuem 2n cromossomas). Quando um cariótipo apresenta o número normal de cromossomas (23 pares de cromossomas) diz-se que é euplóide.
Contudo, erros que podem ocorrer durante a meiose podem multiplicar o conjunto de todos os cromossomas originando poliploidias. A p
oliploidia resulta, geralmente, de uma falha na separação dos cromossomas durante a meiose, podendo, em casos raros, resultar da união de um ou mais gâmetas. Podem originar indivíduos cujas células possuem três cópias de cada cromossoma (triplóide (3n)), ou quatro cópias (tetraplóide (4n)). No caso da espécie humana, a poliploidia é letal enquanto que existem espécies de plantas em que a poliploidia não
só viável como conduz à formação d novas espécies.
Em outras situações, os erros na separação dos cromossomas envolvem apenas um determinado par de homólogos, originando aneuploidias. As causas que podem provocar o aparecimento de aneuplodias são:
Podem ser:
Trissomia-» existindo um cromossoma a mais
Nulissomia-» não existe nenhum cromossoma
Polissomia-» existe um ou mais cromossomas extras.

A não-disjunção de cromossomas pode ocorrer durante a meiose, mais precisamente na Anafase I ou Anafase II, podendo ocorrer quer na formação de gâmetas masculinos quer na formação de gâmetas femininos. Além disso, a não-disjunção pode envolver tanto os autossomas como os cromossomas sexuais.
No ser humano as aneuploidias mais importantes/comuns são nomeadamente as trissomias. As mais importantes que podemos distinguir são:
Trissomia 21 ou síndrome de Down
Trissomia 13 ou Síndrome de Patau
Ocorre no cromossoma 13 e é uma trissomia muito mais rara que a de Edwards e à semelhança do síndrome de Edwards, estes indivíduos manifestam profundas alterações morfológicas e fisiológicas. Apresentam alterações do lábio, malformações cardíacas, polidactilia (anomalia causada pela manifestação de um alelo autossómico dominante com penetrância incompleta, consistindo na alteração quantitativa anormal dos dedos da mão) e profundo atraso mental. Sobrevivem apenas alguns meses.
As doenças auto – imunes têm a
parecido com uma certa frequência naquelas listas de "causas de doenças" que eu costumo escrever. É um tipo de doença comum, mas pouco conhecida da população
O Nosso sistema imunitário pode confundir certos tecidos e órgãos como se fosse um invasor e atacar o seu próprio organismo. Esse acontecimento é conhecido como reacção auto imune e está envolvido com inúmeras doenças como: artrite reumatóide, psoríase, a sida, alergias, entre outras. As doenças auto-imunes são cada vez mais frequente do mundo, que podem atingir qualquer pessoa, em qualquer idade ou sexo.
Existem diversos tratamentos para as doenças imunes, cada doença terá um tratamento diferenciado, se a doença for muito grave pode acontecer de ter necessidade de acontecer um transplante de medula óssea, para ter um sistema imunitário totalmente “novo” novamente.
- Esta resposta tem início com a apresentação do anti génio aos linfócitos T;
- A apresentação é executada por macrófagos, por linfócitos B ou por células infectadas por vírus;
- Os macrófagos possuem na sua superfície proteínas do complexo maior de compatibilidade (MHC);
- Algumas das proteínas do MHC funcionam como receptores que se ligam aos anti géni
os, formando um complexo anti génio - MHC, que é apresentado aos linfócitos
T, tornando-os activos;
- Ao serem activados, os linfócitos T podem estimular outros linfócitos T e linfócitos B, assim como fagócitos;
- Quando são activados, os linfócitos T dividem-se e diferenciam-se em diferentes tipos de células T, incluindo células - memória;
- Algumas destas células T diferenciadas actuam directamente (linfócitos Tc ou T cito líticos ou T cito tóxicos), enquanto outras (linfócitos TH ou T auxiliares) libertam substâncias (cito quinas) que desencadeiam determinadas reacções imunitárias.